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Porto Santo Beach Houses

Alojamento em Porto Santo. Reza a lenda que Porto Santo deve o seu nome aos navegadores João Gonçalves Zarco e Bartolomeu Perestrelo, que após sobreviverem a uma violenta tempestade, ali aportaram no ano de 1418, dando início à epopeia dos descobrimentos. A mesma sensação de chegar a um porto de abrigo abençoado pelos céus invade os visitantes de hoje, que aqui encontram um local onde o tempo passa mais devagar  e a voz silenciosa da natureza continua a gritar bem alto. O refúgio ideal, portanto, para as tormentas dos tempos modernos.

A cerca de 50 quilómetros da Ilha da Madeira, Porto Santo pouco tem a ver com a sua vizinha a sudoeste. Enquanto na primeira predomina um verde luxuriante, a paisagem árida da “Ilha Dourada” – como também é conhecida Porto Santo –, é marcada pelos tons quentes, amarelo e castanho, da vegetação rasteira. É também bastante menos montanhosa – o Pico do Facho, o mais alto da ilha, tem pouco mais de 500 metros – e por isso sujeita a poucas variações de clima, seco e temperado ao longo de todo o ano.

A norte, a ilha é dominada por escarpas e falésias, num claro contraste com o sul, onde uma imensa praia, com 9 quilómetros de extensão, faz do Porto Santo a imagem do paraíso na terra. Um mar calmo, de azul transparente e águas tépidas (entre 18 e 22º centígrados), banha o longo areal, também conhecido pelas suas propriedades terapêuticas para maleitas do foro ortopédico.

Pela sua geografia, é a pé – ou de bicicleta, pelos inúmeros trilhos da ilha, que melhor se aproveita Porto Santo. O Miradouro das Flores, a partir do qual é possível apreciar a praia em toda a sua extensão, é um dos pontos obrigatórios. Tal como o Pico de Ana Ferreira, conhecido pela sua pedreira de colunas prismáticas, cujas formas caprichosas lhe valeram a popular alcunha de “Piano”. Mas é no extremo oeste da ilha, mesmo no final do areal, que fica, para muitos, o mais belo local do Porto Santo: a Ponta da Calheta. Mesmo em frente ao imponente Ilhéu da Cal (são seis os ilhéus que circundam a ilha), é ao entardecer que a Calheta revela todo o seu encanto, quando os últimos raios de sol desaparecem no horizonte, embalados pelo som plácido das ondas. De repente, vêm de novo à memória Gonçalves Zarco e Bartolomeu Perestrelo, que tão bem escolheram o nome para esta ilha, hoje como ontem um porto sempre santo…

 

 

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